dever
Deveria
Assustar-nos a nossa gigantesca insignificância
Pois de tudo somado que somos
resta pouco
Presos às telas mais parvos que nunca
sem ideias e palavras para elas
sem paixões para além das ostensivas aparências
balões inflados seguimos a flutuar sem rumo
E no final das contas de um punhado de atos ocos
Somos e temos a profundidade
do nada
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