Once upon a time in Mexico
Erase un vez en México
Sólo para que tú lo oigas...
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
As mãos
Quero sentir seus dedos com os meus
Seguir-lhes o contorno, sentir seus ossos,
A textura da pele. Decorar como dobram
E acariciar suas rugas
Quero ver sua palma da mão e navegar em suas linhas
Descobrir por onde na linha da vida
minha alma caminha
Quero beijar-te as mãos, tê-las nas minhas
E não me sentir mais sozinha
Não ter mais este nó que aperta a garganta
Quando penso pra que serve esta minha vida
Dá-me tua mão,
Aperta forte a minha
quarta-feira, 25 de maio de 2011
3 Na Massa
Tatui
Composição : Rodrigo Amarante
O tempo todo eu vi
Você quis olhar pra mim
E mesmo sem saber
Pôs no pensamento
uma mensagem pr'eu te ver
Só porque eu te olhei
Você fez que não me viu
Que não podia ver
Já sabendo o que será
se cada um pensar
Que juntos,
num segundo a mais desse olhar se faz
Um sonho,
que acordado é muito mais do que dormindo
Foi pr'eu acordar
Que eu vi você se aproximar de mim
Fez que vinha; deu a volta e se
abraçou com outro alguém
Tudo não passou de ilusão
Parecia a vida me dizendo:
- caia em si, Tatuí!
Que juntos,
num segundo a mais desse olhar se faz
Um sonho,
que acordado é muito mais do que dormindo
Você quis olhar pra mim
E mesmo sem saber
Pôs no pensamento
uma mensagem pr'eu te ver
Só porque eu te olhei
Você fez que não me viu
Que não podia ver
Já sabendo o que será
se cada um pensar
Que juntos,
num segundo a mais desse olhar se faz
Um sonho,
que acordado é muito mais do que dormindo
Foi pr'eu acordar
Que eu vi você se aproximar de mim
Fez que vinha; deu a volta e se
abraçou com outro alguém
Tudo não passou de ilusão
Parecia a vida me dizendo:
- caia em si, Tatuí!
Que juntos,
num segundo a mais desse olhar se faz
Um sonho,
que acordado é muito mais do que dormindo
terça-feira, 24 de maio de 2011
BaiLaRiNa
por onde andas bailarina?
por onde andas que não te vejo
aqui há muito tempo?
muito mais longo com
certeza
é este compasso do que eu gostaria
e do que deveria.
por onde andas
com tuas saias de fé e fantasia
com tuas piruetas de crença
e alegria
com teus sonhos sem rugas
e melancolias?
tenho já tantas saudades
de ti minha menina bailarina.
saudades
de teu riso cheio de tempo
e de tua despreocupada vida.
saudades
dos tempos que morava
em minha alma
a bailar noite
e dia
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Apenas carinho, amor e tudo o que vem depois...
Vira e mexe vemos na mídia algo sobre homofobia, sobre a luta dos homossexuais para ver seus direitos como cidadãos reconhecidos, ou o alarde sobre alguém que “saiu do armário” e hoje assume sem medo a sua verdadeira identidade sexual. Assunto tão antigo como Roma e algo que a humanidade já deveria ter assimilado há muito tempo. Afinal, a quem importa com quem o vizinho, o carteiro, a sua médica, ou a professora da escola se deita? Qual a diferença que isso faz na nossa vida? Soa-me estranho até o simples fato de darmos às pessoas rótulos diferentes única e exclusivamente baseados em sua preferência sexual. Qualificamos as pessoas pelo tipo de amor e/ou prazer que elas têm, quando na verdade deveríamos apenas nos preocupar se elas têm o tal do amor e do prazer ou não.
A realidade é que criamos um tabu absurdo em relação a tudo que está relacionado a sexo por motivos pouco humanos. Calcados em paradigmas religiosos, estamos, há muito tempo, acostumados a ver o sexo como algo pecaminoso, proibido e errado em muitas circunstâncias. Mas, a verdade é que não há nada de errado com isso. Errada é a opressão de nossos sentimentos e desejos, errado é achar que suas vontades não devem ser claramente expressas por vergonha ou medo. Terrível é passarmos a vida inteira sem realizar aquilo que sentimos vontade só porque talvez não seja aquilo que a sociedade espera de nós.
Claro que não me refiro aqui ao sexo imposto pela violência e que humilha o outro, mas a vontade de homens e mulheres adultos e cientes do que realmente querem. E, neste caso, como podemos imaginar que sexo é algo recriminável por algum motivo moral inventado pelo homem? Porque temos vergonha de algo naturalmente bom? Temos sim, cada um de nós, nossos limites individuais que são particulares e transformam-se à medida que nós também mudamos. Mas estes, bem estes limites só dizem respeito a nós mesmos e àqueles com quem compartilhamos todo o carinho que temos para dar.
Demonstrar carinho por outro ser humano não deve nunca ser visto como algo negativo ou vergonhoso e, se esta demonstração te incomoda verdadeiramente, creio que o melhor para ti é parar e pensar qual o seu problema afinal. Sexo é muito gostoso realmente, e feito com amor e carinho torna-se algo insuperável quando não temos medo de sentir e expressar nossos sentimentos. Então, não importa quem você ama e deseja, se ele é homem ou mulher, belo ou feio, jovem ou velho, pois este sentimento será sempre bom e certo mesmo. Pois, para mim, quanto mais amor e carinho houver neste mundo melhor ele será.
Meu amor e carinho para vocês, meus amigos.
Um beijo e boa semana
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)



